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Campus distribui 800 máscaras para profissionais da saúde

Projeto de extensão tem o objetivo de produzir e distribuir máscaras de proteção, aliando moda e responsabilidade social.
  • Assessoria de Comunicação, com informações do campus
  • publicado 27/05/2020 13h20
  • última modificação 27/05/2020 13h20

O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus São João dos Patos realizou no dia 22 a entrega de 800 máscaras para profissionais da saúde que atuam no Hospital Regional e UPA da cidade, confeccionadas na primeira etapa do projeto de extensão Moda e sensibilidade: uma ação social do Eixo de Vestuário em São João dos Patos – MA para combater o Covid-19. A ação reuniu professores do eixo de Vestuário, técnicos e alunos do curso técnico em Vestuário, o diretor do campus, Elissandro Tavares, o diretor de Ensino, Tiago Sandes, o diretor de Planejamento, Walber Pereira, a secretária municipal de Saúde, Sanny Mara, a diretora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Bianca Lima, e técnicos da Secretaria Municipal de Saúde.

Para ser eficiente como uma barreira física, a máscara precisa ser dupla face, ou seja, ter duas camadas de pano. A confecção das máscaras seguiu essa orientação. A princípio, as máscaras foram modeladas por uma equipe no IFMA e, em seguida, entregues nas casas das alunas do curso de Vestuário, que as confeccionaram no próprio lar, em conformidade com as normas de segurança da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A máscara, além de eficiente, é um equipamento simples, que não exige grande complexidade na sua produção, mas que pode ser um grande aliado no combate à propagação do coronavírus na região, protegendo você e outras pessoas ao seu redor”, apontou o diretor-geral, Elissandro Tavares. O diretor também destacou que o IFMA tem como um de seus objetivos contribuir com a sociedade do Sertão Maranhense com ações significativas para o bem-estar de toda a comunidade, frisando que, mesmo com suspensão das atividades presenciais, o campus tem unido esforços para continuar atuando ativamente de forma remota e dando apoio a toda a comunidade.

Complementando as falas, a técnica em laboratório de vestuário, Denise Medeiros, que auxiliou com as instruções e confecção das máscaras, mencionou: “Máscaras de pano para uso comunitário funcionam muito bem e não são caras de fazer, porque agora temos de lutar com as armas que a gente tem. Vamos ter que criar as nossas armas, e elas serão aquelas que nós tivermos”.

A professora Nívia Maria, do eixo de Vestuário, completa dizendo que “Tudo isso tem proporcionado aos servidores e discentes uma nova proposta de trabalho, o trabalho remoto, no qual os participantes estão praticando atividades relacionadas as disciplinas do curso, com a concessão de auxílio financeiro pelo IFMA aos discentes.

O projeto ainda contou com a parceria de profissionais de saúde, como a enfermeira Aline Alice Araújo Dantas, que, de forma voluntária, tem ajudado com orientações e vídeos explicativos sobre como trabalhar respeitando os protocolos de saúde. “Para além de tudo isso temos a oportunidade de aprender, nos adaptarmos ao contexto atual em que precisamos nos reinventar, ser úteis e ajudar o próximo”.

A professora Fabiana Leal destacou que, desde o início da pandemia provocada pelo coronavírus, uma corrida mundial em busca de máscaras de proteção fez com que elas sumissem das prateleiras, e a confecção de máscaras caseiras tem se tornando um fenômeno mundial e qualquer cidadão pode fazer a sua em casa, e assim foi feito no campus. Alunas das turmas de Vestuário e outros projetos de extensão, uniram força em torno do bem ao próximo.

De acordo com a professora de Vestuário, Elisângela Tavares, “além da parte social relacionada à ajuda ao próximo, as alunas envolvidas no processo tiveram a oportunidade de empoderar-se neste projeto, tanto na questão de entender que, por mais simples que fosse o seu saber-fazer, estava sendo de grande ajuda na linha de frente contra o coronavírus, além de terem aprendido algo novo, ou seja, um jeito novo de confeccionar uma peça tão simples, como é uma máscara de proteção”.

O professor de Vestuário, Márcio Lima, frisou ainda que a confecção e distribuição das máscaras seguiram os protocolos do Ministério da Saúde, com a produção de modelos simples, de TNT, que também funcionam como barreiras na propagação da doença, e que foram esterilizadas antes do seu uso.

Entendemos com toda essa situação que precisamos nos adaptar a novas formas de fazer as coisas, sair da zona de conforto e, acima de tudo, ressignificar nossas ações como indivíduos. Por isso, empatia e boa vontade em tempos de crise são fundamentais para vencermos o coronavírus.

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